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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Directrizes

"Não te acostumes com o que não te faz feliz,
revolta-te quando junlgares necessário,
Alaga o teu coração de esperanças,
mas não deixes que ele se afogue nelas.
Se achares que precisas de voltar, volta!
Se perceberes que precisas de seguir, segue!
Se estiver tudo errado, começa tudo de novo.
Se estiver tudo certo, continua.
Se sentires saudade, mata-a!
Se perderes um amor, não te percas!
Sê feliz para sempre!"

http://femininoessencial.blogspot.com/

sábado, 11 de junho de 2011

Deusa Maeve


Maeve(ou Maebh) é muitas vezes equiparada á deusa da guerra Morrigu, a qual é comummente representada por um corvo.
Ela foi uma grande rainha, tal como Boudica. Ela era dona e senhora dos seus próprios domínios, não se apegava a nenhum homem, tinha total poder de escolha nesse campo, uma vez que, segundo consta, um olhar seu enlouquecia qualquer homem, pelo que teve muitos pretendentes e amantes, o que era comum às mulheres celtas, que viviam em igualdade com os homens.
Ela também lutava nas batalhas, sobre cavalos selvagens e um dia evocou para os seus inimigos do sexo masculino as dores do parto.
Maeve, (que significa literalmente “A que intoxica”), é retratada como uma mulher de cabelos cor de fogo, em cima de um cavalo, envergando uma armadura e empunhando uma espada. Pode estar associada ao corvo, tal como Morrigu.
Diz-se que oferecia um cálice com o seu sangue aos seus amantes. O vinho de Meave representava o sangue menstrual que era considerado como "o vinho da sabedoria das mulheres".
Ela é representada como uma mulher corajosa, ardente, selvagem, mas também algo vingativa.
Maeve é uma representação da Deusa Mãe em idade fértil, embora possa alcançar um pouco da face Anciã, já que tal como Morrigu também preside à morte.
As mulheres que se encontram sobre a influência deste arquétipo são corajosas, temperamentais e indomáveis, donas das suas vidas, das suas escolhas e negam viver à sombra de um homem, embora saibam que precisam do equilíbrio masculino – feminino.
Elas são lutadoras, trabalhadoras, muito seguras de si e da sua sexualidade. Procuram um homem que as trate de igual para igual, nem mais nem menos e amam como ninguém.
São mães leoas e defensoras da justiça e daqueles que lhes parecem mais fracos.
Rege o amor e a guerra, o morte e o nascimento e os ciclos, tanto da vida como os ciclos menstruais.
Quando esta Deusa surge nas nossas vidas, é sinal que precisamos ser activos, corajosos e lutadores para conseguirmos alcançar os nossos objectivos, definitivamente não convida á passividade. Convida-nos ainda a entrar em contacto com o nosso lado mais guerreiro.

Cultura: Celta
Mensagem: " Apenas porque é capaz de empunhar uma espada quando necessário, uma mulher, será sempre uma mulher."
Elemento: Fogo
Palavra-Chave: Ciclos
Virtude: Espírito guerreiro
Representação: A que intoxica
Planeta: Plutão

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Deusa Conventina



Conventina (ou Cuhvetena) é muitas vezes equiparada á lendária Senhora do Lago das histórias do Rei Artur, Senhora da Espada Excalibur.
Ela é uma retratada como ninfa, está associada à água doce, aos lagos, rios e poços.
Não existem muitas referências a esta deidade das águas, sabe-se que é muito cultuada na Inglaterra.
Conventina está associada aos poços sagrados nos quais se deitam moedas e se pedem desejos. Diz-se que ela é a responsável pela realização desses desejos e também ajuda aqueles que se dirigem aos poços para fins de clarividência.
Descrita sempre como uma bela mulher de longos cabelos claros Ela é também a guardiã do Cálice, o Graal sendo portanto uma face Alquímica da Grande Mãe, ou seja, já não é a Virgem, mas também ainda não é a Mãe.
As mulheres que se encontram sobre a influência deste arquétipo geralmente passam por grandes processos de limpeza e depuração porque são mulheres com uma acentuada espiritualidade, mediunidade e até mesmo clarividência, não se identificando portanto com o que é denso.
Geralmente interessam-se pelo oculto e praticam algum método de adivinhação.
O objectivo de uma mulher Conventina é o auto-conhecimento (encontrar o Graal).
Rege os terapeutas holísticos e as pessoas que trabalham com águas. Pode representar ainda as próprias águas seminais da vida, a incubação para um novo nascimento.
No amor, a mulher Conventina procura uma união profunda e transformadora.
Sendo uma representante da face Alquímica da Grande Mãe Ela mostra-nos que precisamos “passar pelas águas”, estas águas não mais são do que o nosso subconsciente e as nossas emoções, mostra-nos que é uma fase em que devemos olhar para dentro, mergulhar nas nossas próprias águas e descobrir respostas. Mostra a necessidade de uma limpeza profunda e de uma desintoxicação para que a intuição se manifeste de forma mais clara. Pode ser um aviso para que tomemos mais atenção aos nossos sonhos e pressentimentos.

Mensagem: “ Se mergulhares profundamente nas minhas águas descobrirás os mistérios da Vida e do Nascimento.”
Cultura: Celta
Elemento: água
Palavra-Chave – Purificação
Virtude: Clarividência
Representação: A Senhora do Lago

domingo, 15 de maio de 2011

Loucura Colectiva

As notícias destes dias mais recentes impulsionaram-me a escrever este "desabafo". Primeiro, um médico que viola a sua paciente grávida é absolvido pelo seu crime,sai impune e certamente vai voltar a fazer o mesmo, sem contar com os danos psicológicos que aquela mulher, aquela mãe sofreu. Portugal esqueceu o que é a Justiça, os juízes que deram a absolvição áquele homem para além de loucos são incompetentes e não têm qualquer sentido de justiça, passaram anos a estudar, a deliberar e na verdade não sabem nada, pois se soubessem, teriam dado àquele homem o merecido castigo. Mas isso acaba por ser o pão nosso de cada dia, uma vez que os maiores criminosos andam por aí soltos e com cara de boas pessoas.
Depois, em Tenerife aquele crime bizarro daquele mendigo búlgaro que pegou numa faca, decapitou aquela sexagenária no mercado e correu com a cabeça dela na mão. Estas entre outras histórias que me fazem pensar no estado da humanidade.
Isto vem de encontro a um livro de Eckart Toole que ando a ler, há uma passagem em que ele diz que a humanidade se encontra num estado de "loucura colectiva".
Ele diz o seguinte:" Se a história da humanidade fosse o historial clínico de um único ser humano teria de ser: ilusões paranoicas crónicas, com uma propensão patológica para cometer homicidios e actos de violência extrema e crueldade contra os "inimigos" - a sua falta de consciência é projectada para o exterior. Uma demência criminosa com breves intervalos de lucidez".
Parece-me que de facto ele tem razão.

Lady of the Lake

Deusa Artemis

Artemis (ou Artemisa) é muitas vezes equiparada á deusa romana Diana e à deusa lunar Selene. Representa a castidade e a caça.
Ela é uma das filhas do grande Deus do Raio, Júpiter com a mortal Letona (ou Leto) e irmã gémea do Deus Apolo, sendo que, Artemis representa a Lua e Apolo o Sol.
Letona, fugida da ira de Hera teve os gémeos completamente sozinha e Artemis, tendo nascido antes do seu gémeo, ajudou a mãe no parto de Apolo. Isto será certamente simbólico.
Artemis “A que acerta de longe” é retratada com uma túnica curta, para correr à vontade pelos bosque, carregando consigo uma aljava cheia de setas e os seu arco de prata e sempre acompanhada por um cão. Poderia também ser um lobo, pois Artemis andava sempre entre os animais selvagens.
Diz-se que tinha uma corte de Ninfas e que as Valquírias lhe eram devotas.
Apesar de estar muito associada á caça Artemis é uma Deusa defensora dos animais, das crianças, das mulheres e dos partos.
Alguns textos retratam-na como uma Deusa algo fria e impetuosa, uma grande castigadora de todo aquele que a desrespeita e também muito competitiva.
Descrita sempre como selvagem e independente, esta rainha dos bosques manteve-se sempre Virgem, até porque Artemis é uma representação da face Virgem da Grande Mãe.
As mulheres que se encontram sobre a influência deste arquétipo são Virgens, não porque não tenham relacionamentos, mas porque não precisam de um homem para se sentir completas. São mulheres indomáveis, donas e senhoras das suas vidas e das suas escolhas.
São independentes, corajosas, amam a natureza e os animais e têm uma solidariedade feminina incomum, porque são naturalmente defensoras das mulheres. Têm muitas em apaixonar-se porque acham que nenhum homem é suficientemente bom para estar junto de si.
Rege ainda as parteiras e os nascimentos.
Sendo uma representante da face Virgem/Donzela da Grande Mãe Ela mostra-nos que devemos explorar o nosso lado “virgem”, intocado pelo mundo. Essa floresta selvagem e desconhecida que todos nós levamos dentro e partir à caça da nossa verdade.

Palavra-Chave: Independência
Mensagem: “ individualidade não é egoísmo, é saber estar só e acompanhada.”
Representação: A Mulher Selvagem
Virtude: Castidade
Elemento: Terra
Cultura: Grega